Quem sou eu

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São Paulo, São Paulo, Brazil
Eu sou daquele tipo diferente de romântica que ama ler e escrever poesias, mas tem questões quanto a receber flores!!! Vivo estranhas contradições cotidianas. "Não sei quem sou que alma tenho. Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)... Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta traições de alma a um caráter que talvez eu não tenha,nem ela julga que eu tenho. Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas. Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor, eu sinto-me vários seres. Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens,incompletamente de cada (?), por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço." Fernando Pessoa

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Viver

Saber ver beleza nas coisas simples
Transformar tristeza em alegria
Viver sem achar que a vida é cinza
Saber apreciar uma boa música
Saber rir de uma boa piada
E também de outra não tão boa assim
Poder dançar quando os pés doem
Saber sorrir quando se poderia estar chorando
Não mais que viver
Saber que uma hora os títulos se repetem
Mas que a poesia sempre se renova
Saber que no final
A vida é uma grande poesia

4 comentários:

Anônimo disse...

'saber que uma hora os títulos se repetem
mas a poesia sempre se renova...'

:)

Winnie San disse...

"Saber que no final
A vida é uma grande poesia"

Adorei!
rs

Alinie disse...

"Saber ver beleza nas coisas simples
Transformar tristeza em alegria"

Essa é a verdadeira poesia!

Winnie San disse...

Alinie e Lali,

amo quando vocês escrevem aqui!