Todos falam que eu mudei
Mas não sei se é verdade
Sim, eu sei que é verdade
Mas quem será que eu era antes?
Nem o que me fez mudar
O que me fez mudar?
O que me fez mudar, eu sei
A hora chega
A gente crsce
Mas existe hora certa?
Não sei
Não sei quem eu era antes
Não sei quem sou agora
Demora para entender
Talvez eu nunca saiba
Mas saber para que?
Que diferença faz?
A gente continua vivendo
Quem sou eu
- São Paulo, São Paulo, Brazil
- Eu sou daquele tipo diferente de romântica que ama ler e escrever poesias, mas tem questões quanto a receber flores!!! Vivo estranhas contradições cotidianas. "Não sei quem sou que alma tenho. Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)... Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta traições de alma a um caráter que talvez eu não tenha,nem ela julga que eu tenho. Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas. Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor, eu sinto-me vários seres. Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens,incompletamente de cada (?), por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço." Fernando Pessoa
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Ano Novo
Mais um ano
Quantos mais?
Impossível dizer
Será o começo?
Será o meio?
Será o fim?
Não sei o que dizer
Não sei o que viver
Não se sabe quanto tempo resta
Mas se sabe que a vida presta
E viver é a melhor opção
Mesmo com essa ditadura
Com tanta injustiça
Pois vivendo
ainda se pode tentar mudar o mundo
E que este seja mais um de muitos!
Quantos mais?
Impossível dizer
Será o começo?
Será o meio?
Será o fim?
Não sei o que dizer
Não sei o que viver
Não se sabe quanto tempo resta
Mas se sabe que a vida presta
E viver é a melhor opção
Mesmo com essa ditadura
Com tanta injustiça
Pois vivendo
ainda se pode tentar mudar o mundo
E que este seja mais um de muitos!
Surpreendente
Eu poderia imaginar?
Jamais
Surpreendente
Inesperado
Inexplicável
Mas bom
Ao menos interessante
Intrigante
Divertido
Curioso
Jamais
Surpreendente
Inesperado
Inexplicável
Mas bom
Ao menos interessante
Intrigante
Divertido
Curioso
Sua verdade
Tem medo de mim
Medo de optar pelo duvidoso
E ficar sem o certo
Medo de arriscar
De perder tudo
Medo de ficar sozinho
Sem saber o que fazer
Medo de não ter quem cuide de você
Medo do abandono
Mas você não precisa desse tipo de cuidado
É capaz de viver só
Não precisa de muletas
Pode se amaparar pelas próprias pernas
Pode brilhar
Ser capaz de produzir seu próprio brilho
Viva mim
Viva você
Viva ele
Viva ela
Viva você sem medo de nós
Medo de optar pelo duvidoso
E ficar sem o certo
Medo de arriscar
De perder tudo
Medo de ficar sozinho
Sem saber o que fazer
Medo de não ter quem cuide de você
Medo do abandono
Mas você não precisa desse tipo de cuidado
É capaz de viver só
Não precisa de muletas
Pode se amaparar pelas próprias pernas
Pode brilhar
Ser capaz de produzir seu próprio brilho
Viva mim
Viva você
Viva ele
Viva ela
Viva você sem medo de nós
Particular
As vezes me sinto sozinho
Tão triste
Então eu choro
Choro por qualquer coisa
E então percebo
Nem sei porque estou chorando
A dificuldade da mocinha,
A fuga do bandido,
E até o final feliz
Tudo
Tudo é motivo
Até parece o fim
Mas é só mais um dia
Tão triste
Então eu choro
Choro por qualquer coisa
E então percebo
Nem sei porque estou chorando
A dificuldade da mocinha,
A fuga do bandido,
E até o final feliz
Tudo
Tudo é motivo
Até parece o fim
Mas é só mais um dia
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Assim sou eu
Meu mundo nunca cai
Meus sonhos sempre mudam
Minhas idéias se confundem
Minhas conquistas parecem nada
e representan muito
Meus sentimentos ora são vazios
ora são intensos
Minha vida quando não um marasmo
é um mar de surpresas e realizações
Nada vem sozinho
Tudo vem em bando
e eu me perco,
não sei mais qual é o plano
Alto, planalto
longo e sombrio
Frio
Me perco nas minhas próprias palavras
Volto e me encontro na tela do artista
Me apresento a mim mesma
Me surpreendo com meu olhar
Então me sinto grande
Mas tenho medo de ir em frente,
não sei no que vai dar
O desconhecido é sempre temido
Mas eu continuo, sempre em frente
Ainda há muito a se conquistar
Meus sonhos sempre mudam
Minhas idéias se confundem
Minhas conquistas parecem nada
e representan muito
Meus sentimentos ora são vazios
ora são intensos
Minha vida quando não um marasmo
é um mar de surpresas e realizações
Nada vem sozinho
Tudo vem em bando
e eu me perco,
não sei mais qual é o plano
Alto, planalto
longo e sombrio
Frio
Me perco nas minhas próprias palavras
Volto e me encontro na tela do artista
Me apresento a mim mesma
Me surpreendo com meu olhar
Então me sinto grande
Mas tenho medo de ir em frente,
não sei no que vai dar
O desconhecido é sempre temido
Mas eu continuo, sempre em frente
Ainda há muito a se conquistar
sábado, 21 de novembro de 2009
Cansei
Cansei das pessoas
da hipocrisia
das lamentações
Cansei das escolhas
Cansei das dúvidas
das obrigações
Cansei das mentiras
das falsas amizades
das enrolações
Cansei do mundo
Cansei de tudo
das desilusões
da hipocrisia
das lamentações
Cansei das escolhas
Cansei das dúvidas
das obrigações
Cansei das mentiras
das falsas amizades
das enrolações
Cansei do mundo
Cansei de tudo
das desilusões
Espero
Tenho o que não quero
Quero o que não tenho
Fico
Procuro
Vivo
Iludo
Construo
Me perco
Volto
Continuo
Espero
Quero o que não tenho
Fico
Procuro
Vivo
Iludo
Construo
Me perco
Volto
Continuo
Espero
Sem saber
Sem saber porque
Sem saber o que
Sem saber nada
Sem lembrar
Sem esquecer
Sem saber
Sem tentar
Só querer
Cada vez mais
Sempre
Sem explicação
Sem saber o que
Sem saber nada
Sem lembrar
Sem esquecer
Sem saber
Sem tentar
Só querer
Cada vez mais
Sempre
Sem explicação
Assinar:
Postagens (Atom)